sábado, 27 de janeiro de 2018

Vigilantes cobram pagamento de tíquete em frente ao TJDFT

Eles alegam que estão sem receber o vale-alimentação desde o começo de janeiro deste ano. O pagamento deveria ser feito no dia 1º



Um grupo de vigilantes fez um protesto, nesta quinta-feira (25/1), em frente ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Eles reivindicam o pagamento do tíquete-alimentação, que, segundo os trabalhadores, deveria ter sido pago em 1º de janeiro.

De acordo com o diretor de Comunicação e Imprensa do Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindvigilantes-DF), Gilmar Rodrigues, os seguranças são contratados da Multserv. “São 234 vigilantes sem receber. Mandamos um ofício ao presidente do Tribunal, mas até agora nada foi feito. Conversei com o gestor de contratos de vigilância e ele também não agiu”, afirma.
A empresa informou que o tíquete foi depositado e estornado no último dia 29 de dezembro. “Recebemos um comunicado do Tribunal Superior do Trabalho informando sobre a nova CLT para o plano de 2018. Enviamos cartas para todos os órgãos que atendemos, mas o TJ não respondeu. Se o Tribunal não repassar o valor, não temos como arcar com os custos”, informou a Multiserv.
O TJDFT explicou, em nota, que suspendeu o pagamento do valor referente ao vale-alimentação, tendo em vista a ausência de previsão legal, uma vez que a convenção coletiva, que previa o pagamento do benefício, encerrou no dia 31 de dezembro de 2017, e o sindicato da categoria não providenciou ou homologou a nova convenção.
O Tribunal comunicou que aguarda o envio da nova norma, com vigência que abarque o ano de 2018, e na qual esteja prevista o pagamento do referido auxílio, a fim de retomar o repasse do valor para a empresa.

Vigilantes protestam para reivindicar manutenção de postos de trabalho em Porto Velho

Segundo sindicato, cerca de 900 vigilantes estão com os postos de trabalho ameaçados. Chefe de gabinete do município se reuniu com os manifestantes.

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Dezenas de vigilantes realizaram um protesto em frente ao Palácio Tancredo Neves, sede da prefeitura de Porto Velho, nesta terça-feira (23). O manifesto foi feito para reivindicar a manutenção de pelo menos 900 postos de trabalho em várias unidades de saúde, educação e gestão do município.
Segundo o Sindicato dos Vigilantes de Rondônia (Sintesv-RO), a prefeitura pretende substituir centenas de profissionais por sistemas de monitoramento eletrônico, com implantação de câmeras de vigilância. Para o Sintesv-RO o ideal é manter o vigia com apoio das câmeras.
A instalação das câmeras, para os trabalhadores, vai afetar 900 postos de emprego e cerca de 3 mil pessoas.
Ainda segundo o sindicato, os manifestantes conseguiram falar com o chefe de gabinete do município, Luiz Fernando, após o manifesto. Na ocasião Luiz prometeu agendar uma reunião entre a categoria e o prefeito Hildon Chaves (PSDB).

No fim da tarde desta terça-feira (23), a assessoria de comunicação do município se manifestou sobre o caso através de uma nota. Segundo o poder executivo, o município vai analisar as reivindicações do Sindicato e que o objetivo da prefeitura implantar um sistema inovador, através do Centro Cosm (Centro de Operações de Segurança Municipal), sem impactar na eliminação de postos de trabalho dos vigilantes.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Vídeo: Dupla abre fogo contra seguranças em boate,dois profissionais foram mortos

Homem é morto por policiais ao tentar assassinar...

Identificado apenas como Weliton, foi atingido no tórax ao apontar uma arma para um PM durante as diligências.



Um homem foi morto em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, ao tentar assassinar um suposto amante da mulher dele. Identificado apenas como Weliton, ele foi baleado depois de apontar uma arma para um policial durante diligência, segundo a Polícia Militar. O caso foi registrado no sábado (20).





De acordo com o boletim de ocorrência, Weliton estava com amigos num bar quando soube que a mulher dele estaria o traindo. Em seguida, ele e mais três amigos deixam o local com o intuito de matar o suposto amante.


Os quatro encontraram o suposto amante num carro com a mulher dele e um amigo, que dirigia o carro. Eles abordaram o veículo e quebraram o para-brisa do carro e agrediram os ocupantes do carro com um capacete.


O amigo do suposto amante conseguiu fugir e acionou a polícia. Depois das agressões, Weliton e os comparsas fugiram. Ele foi encontrado escondido num terreno baldio.


Segundo a PM, durante a ação um policial avistou o suspeito apontar a arma na direção de outro militar. Nesse momento, ele efetuou o disparo que acertou o tórax de Weliton. Ele foi socorrido, mas morreu no local.


Um dos homens que estava com ele, identificado como Anderson Fernandes do Nascimento foi preso e levado para a delegacia.


domingo, 21 de janeiro de 2018

Reforma da Previdência combaterá privilégios? Leia

Segundo o Presidente da República a reforma acabará com certos privilégios, aumentando a arrecadação e reduzindo custos. Será que realmente os "privilégios" acabarão com a reforma?

Resultado de imagem para políticoA equipe do presidente Michel Temer não está exposto no texto atual da reforma da Previdência, pois não inclui uma proposta para endurecer as regras de aposentadoria de privilegiados como políticos e militares, por exemplo. Quem sofrerá realmente na pele, as mudanças propostas como a elevação da idade mínima para 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres para dar entrada na aposentadoria, além de o mínimo de 40 anos de contribuição para conseguir o benefício integral, será o trabalhador segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e algumas categorias de servidores públicos.
E exatamente pelo discurso não bater com a realidade, o Governo Federal já sofreu um duro golpe em ter que ’empurrar’ a votação na Câmara dos Deputados para 2018. Apesar de manter uma postura otimista, a equipe e os aliados de Temer não conseguiram garantir o número necessário de votos para garantir que a proposta de reforma fosse aprovada no Plenário da Câmara.

E, certamente, terá dificuldades em aprovar a proposta em ano eleitoral. Isso porque em entrevistas recentes, lideranças de partidos da base aliada avaliam que o adiamento da votação da reforma da Previdência para fevereiro de 2018 reduz as chances de aprovação da proposta. A avaliação é de que a proximidade com as eleições de outubro do próximo ano aumenta a resistência dos parlamentares, que temem desgaste eleitoral.
A rejeição atual da proposta da reforma, apesar de ser mais política do que social, favorece para que a sociedade participe mais do debate e que mudanças no texto da reforma sejam realizadas para combater as injustiças e também diminuir verdadeiramente os privilégios.
Coaduno com a opinião do senador Paulo Paim (PT) que disse que o governo mente quando afirma, em propaganda sobre a reforma da Previdência veiculada nos meios de comunicação, que as mudanças propostas não prejudicarão os trabalhadores. Isso porque o primeiro efeito da reforma é extinguir a aposentadoria por tempo de serviço e os homens terão de trabalhar cinco anos a mais e as mulheres, sete anos.
Vale ressaltar que além de não acabar com os privilégios, o Governo Federal também defende três mentiras: que a aposentadoria rural não irá mudar, que a aposentadoria especial não terá nenhuma alteração e que a idade mínima será de no máximo 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.
Bem, a aposentadoria rural, pelo texto atual passará a ter contribuição, ou seja, diferente de hoje que não é necessário. Nas propagandas também ouvimos que a aposentadoria especial não vai se alterar, mas vai, pois para o servidor necessitará que demonstre o dano à saúde (não basta a mera exposição). E a idade mínima pode aumentar, desde que a expectativa de vida aumente.
Além disso, o Governo Federal não apresentou também nenhuma proposta concreta para cobrar os maiores devedores da Previdência no Brasil: as grandes empresas. Elas têm, segundo levantamento da CPI da Previdência Social do Senado Federal, dívidas de mais R$ 1 trilhão, com valores atualizados pela taxa Selic. E são esses mesmos grandes empresários devedores que clamam e defendem as mudanças nas regras de aposentadoria no país.
Ou seja, o privilégio das grandes empresas também não está sendo combatido e nem existe uma proposta real para que essas dívidas sejam pagas num futuro breve.
Portanto, o texto atual da reforma só afasta o trabalhador da aposentadoria, sem uma contrapartida justa. E também não combate os privilégios de militares e políticos e também das grandes empresas quando o assunto é Previdência Social.

Vigilante atira em mulher durante ...Leia

Vigilante atira em mulher durante bebedeira na zona Oeste de Boa Vista em Roraima.

Dois rapazes, de 21 e 27 anos, presenciaram a tentativa de homicídio, segundo a Polícia Militar. Jovem de 18 anos foi levada ao hospital.


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Uma jovem de 18 anos levou um tiro no rosto na manhã deste sábado (20) após uma discussão com um vigilante, de 30, quando bebiam em uma casa no bairro Senador Hélio Campos, zona Oeste de Boa Vista.
Dois rapazes, de 21 e 27 anos, presenciaram a tentativa de homicídio, segundo a Polícia Militar. O motivo do crime não ficou esclarecido.
A vítima e o suspeito bebiam em frente à residência quando, segundo a PM, começaram a discutir. O vigilante puxou a arma da cintura e fez um disparo com um revólver calibre 38. O tiro atingiu o rosto próximo ao olho direito da jovem.
Os dois rapazes, conforme a PM, são testemunhas e relataram que lutaram com o vigilante, conseguiram tomar a arma e a jogaram longe dele. O suspeito saiu do local correndo com escoriações no rosto.
Ainda segundo a narração das testemunhas aos policiais, um homem desconhecido, que passava pelo local, pegou a arma e fugiu em um carro.
A jovem permaneceu ao chão até a chegada do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu). Ela foi levada para o Hospital Geral de Roraima. Não há informações acerca do estado de saúde dela.


Os policiais fizeram buscas para localizar o vigilante, inclusive na casa dele, mas sem sucesso. O caso foi registrado no 3º Distrito Policial.







Comoção marca velório de bebê que morreu...Leia mais

Comoção marca velório de bebê que morreu atropelada em Copacabana

Foto: Fábio Guimarães/Extra/Agência O Globo

Em clima de forte comoção, a bebê Maria Louize, de 8 meses, que morreu após ser atropelada no calçadão de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na noite de quinta-feira (18), foi enterrada na tarde deste sábado (20) no Cemitério São João Batista, também na Zona Sul. Amigos e parentes da vítima aplaudiram e gritaram por "justiça" durante o enterro.
A mãe da bebê, Niedja Araújo, chegou ao local em uma cadeira de rodas, pois também se feriu no atropelamento. Em entrevista após o enterro, ela pediu que o motorista seja punido.
“Eu quero justiça, porque ele tirou minha filha de mim. Minha filha está lá [no cemitério], e ele está onde? E ele tá aonde? Tá solto. Safado! Eu quero que ele pague porque a minha filha não volta mais. A minha dor vai ser eterna. Como é que eu vou voltar para minha a casa. Tudo lá tem o jeitinho dela. Eu estou destruída. Ele não matou só ela, ele matou a mim também", disse ela a equipe de reportagem.

O motorista
Antonio de Almeida Anaquim, de 41 anos, tem epilepsia e disse ter sofrido uma crise que causou o acidente. Ele invadiu a ciclovia e o calçadão e só parou sobre a areia, na Avenida Atlântica. Oito vítimas continuam internadas. Maria Louize foi a única que morreu.
O motorista estava com a carteira de habilitação suspensa e não poderia dirigir. Ele é acusado de ocultar o fato de tomar remédios para epilepsia ao renovar a carteira de habilitação no Departamento de Trânsito do Estado do Rio (Detran-RJ).