Um ladrão tentou furtar um celular e foi pego por cidadãos,o mesmo acabou levando uns cascudos.
terça-feira, 7 de junho de 2016
A nova atitude da polícia dos EUA em relação aos doentes mentais
O comportamento policial está na berlinda devido a uma série de ocorrências fatais que chamaram a atenção do país
O serviço de emergência 911 recebeu um chamado de um homem com uma espada samurai ameaçando as pessoas no calçadão da orla.
Já era noite e, quando a polícia chegou, viu o sujeito andando na praia e o chamou. Ele reagiu jogando uma pedra na direção dos oficiais.
Então, gritaram seu nome do barco do xerife; ele jogou outra pedra. Exigiram que largasse a espada; ele disse que ia matar um. Ameaçou sair da praia e, depois de alertá-lo, os policiais atiraram, com balas de borracha, em sua perna. Ele voltou, ainda segurando a lâmina de 1,2 m.
Se fosse em outra cidade – ou mesmo na Portland de pouco tempo atrás – o próximo passo certamente teria sido um confronto direto e, se ainda assim o homem não largasse a espada, o uso de força letal.
Porém, a Departamento de Polícia da cidade, estimulado em parte pelas conclusões da investigação realizada, em 2012, pelo Departamento de Justiça, passou anos criando e estabelecendo um programa de treinamento intensivo e novos protocolos para ensinar os oficiais a lidar com pessoas com problemas mentais.
Em um momento em que o comportamento policial está na berlinda, devido a uma série de ocorrências fatais que chamaram a atenção do país para questões como raça e problemas psicológicos, a iniciativa serve de modelo para outras seções nos EUA.
E naquele domingo de 2015, a polícia dali optou por uma saída diferente.
Às duas e meia da manhã, depois de passar horas tentando manter um diálogo com o indivíduo, os oficiais decidiram "largar mão" e foram embora, deixando-o sozinho na praia. Depois de uma busca à luz do dia, ele não foi encontrado.
São muitos os casos de civis com problemas mentais envolvidos em trocas de tiros com a polícia; segundo várias análises, 25 por cento dos que morrem vítimas de disparos policiais têm algum problema dessa ordem.
Em Chicago, por exemplo, os policiais que mataram um rapaz de 19 anos, Quintonio LeGrier, em dezembro, alegaram que tomaram a medida extrema porque o jovem avançou com um taco de beisebol. Em Denver, Paul Castaway, 35 anos, que tinha um histórico de problemas mentais, foi morto a tiros pela polícia, em 2015, por "ter se aproximado perigosamente" segurando uma faca na própria garganta. Houve ocorrências semelhantes em Albuquerque, Novo México, Dallas, Indianápolis e outras cidades.
Em resposta à indignação pública, muitos departamentos, como o de Portland, decidiram treinar melhor seu grupo e, em vários casos, adotar uma versão adaptada do modelo pioneiro de Memphis, no Tennessee, criado há quase trinta anos, conhecido como treinamento de intervenção em crises, ou CIT (sigla em inglês).
Estudos concluíram que o método pode alterar a forma como a polícia encara as pessoas com problemas mentais. E a abordagem, que ensina formas alternativas para atenuar encontros com potencial de violência antes que o uso da força bruta seja necessário, é útil em qualquer situação imprevisível, mesmo que não envolva uma crise de saúde mental, afirmam os especialistas.
Porém não se sabe exatamente se o curso leva realmente ao uso de menos força. As conclusões dos estudos são variadas, embora um que foi publicado recentemente sugira que o programa de Portland, baseado no CIT, está dando resultados. E para os entendidos, só o treinamento não é suficiente. Para que a abordagem funcione cem por cento é preciso que tenha o apoio incondicional da chefia do departamento, testes contínuos para verificação de efetividade e a ajuda dos profissionais da área de saúde mental.
"O treinamento é excelente, mas não faz mágica. O que realmente transforma o sistema é a cooperação de todos", diz Laura Usher, coordenadora do CIT da Aliança Nacional pelas Doenças Mentais.
Debate sinaliza uma mudança cultural
A decisão dos policiais de Portland de largar o homem da espada sozinho na praia gerou polêmica no próprio departamento. Muitos disseram que os colegas deveriam ter se empenhado mais. E se ele se ferisse ou matasse alguém?
Outros rebateram, alegando que era madrugada e que a área estava deserta. O homem não tinha cometido crime nenhum e um confronto poderia facilmente acabar com alguém ferido.
A verdade é que a discussão em si já é sinal de mudança.
"Há dez anos teríamos agido logo de cara. Optamos pela maneira nova de enfrentar a situação", explica Brad Yakots, especialista em saúde mental chamado ao local.
Como em outras cidades, as mudanças foram promovidas em Portland depois de uma fatalidade: em 17 de setembro de 2006, James Chasse Jr., vocalista de uma banda local de 42 anos, esquizofrênico, morreu em um confronto com a polícia.
O caso indignou a população. Em resposta, o Departamento revisou suas regras e exigiu que todos os seus membros fizessem 40 horas de CIT.
Porém, depois de casos ainda mais problemáticos envolvendo doentes mentais, uma investigação do Departamento de Justiça concluiu, em 2012, que a polícia "tinha exibido um padrão de uso de força desnecessário durante interação com pessoas que são ou parecem ser doentes mentais".
Dessa vez a reação da chefia foi mais agressiva: além do curso obrigatório para todos os membros da força, um grupo de cem oficiais teve que fazer mais 40 horas de instrução para saber como abordar casos mais complexos, envolvendo não só doentes mentais, mas viciados em drogas e/ou alcoólatras.
Os grupos passaram a contar com médicos especializados para acompanhamento dos casos, novos protocolos foram instaurados e o trabalho passou a envolver também as organizações de moradia.
"É mesmo uma questão de mudança na cultura", define a tenente Tashia Hager, responsável pela unidade que coordena as ações de saúde mental.
E observa: "Em casos como o do homem com a espada, há grandes chances de um resultado negativo, independente das decisões que se tome."
"Antigamente, os policiais aprendiam o 'Se você fizer x, vou reagir com y'; agora eles são encorajados a questionar se o y é realmente necessário."
Para Yakots, que é policial há nove anos, a iniciativa tem sido um sucesso, mas acrescenta: "Se há tropeços? Claro que há, nada é perfeito. Em muitas ocasiões temos recursos limitados."
Foi em uma noite de segunda, em fevereiro, que ele e o parceiro, Michael Hastings, faziam a ronda pelas instalações improvisadas dos sem-teto e pelo centro, rádio ligado caso fossem necessários em outro local.
Nessa patrulha, tiveram que lidar com um adolescente ameaçando se jogar de uma passarela; uma universitária tinha ligado para a mãe, que morava em outra cidade, para dizer que ia se matar; uma mulher de 38 anos estava na porta de uma clínica de tratamento mental exigindo ser internada porque era "suicida e homicida".
Hastings disse que, antes da mudança, a atitude recomendada seria simplesmente chegar, questionar e deter.
Só que levar esse pessoal para o PS ou para a delegacia não ajudava em nada. "Quase sempre são liberados depois de três, quatro horas", revela.
E completa, dizendo que, pelo menos em Portland, a grande maioria da força policial já aceita que parte do trabalho é lidar com a doença mental e ajudar a encontrar soluções em longo prazo.
"Percebemos que assim é que é e nós é que temos que acudir", conclui.
Leia mais artigos do The New York Times
Jovem armado com submetralhadora é baleado em troca de tiros em MG
Tentativa de assalto aconteceu em Vieiras, PM faz rastreamento pela região.
Suspeito foi para o hospital de Miradouro, estado de saúde não foi divulgado.
Submetralhadora encontrada com o suspeito.
Um jovem, de 28 anos, foi baleado durante uma tentativa de assalto nesta segunda-feira (6), em Vieiras, na Zona da Mata.
De acordo com as informações iniciais da Polícia Militar (PM), ele e pelo menos outros dois comparsas são suspeitos de tentar invadir uma lotérica, após render um caminhoneiro.
O grupo estava armado e, ao chegar à cidade, foi surpreendido pela PM. Durante troca de tiros, o suspeito, que usava uma submetralhadora foi atingido por um disparo no braço e encaminhado ao hospital de Miradouro. O estado de saúde ainda não foi divulgado.
Outros dois adolescentes, de 14 e 15 anos, foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Plantão de Muriaé, assim como a arma e as munições. A ocorrência segue em andamento e a PM faz rastreamento pelas cidades vizinhas para encontrar outros possíveis suspeitos.
Vigilantes pedem criação de piso salarial com valor inicial de R$ 3 mil
Entidades sindicais que representam vigilantes reivindicaram nesta segunda-feira (6), no Senado, a criação de um piso salarial nacional para a categoria, com valor inicial fixado em R$ 3 mil mensais. O assunto foi tema de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O senador Paulo Paim (PT-RS) — que preside a CDH, sugeriu a audiência e dirigiu os trabalhos — ficou de registrar ainda nesse dia um projeto de lei para criar o piso salarial, com base em proposta que recebeu das mãos dos sindicalistas. Para o senador, a medida proporcionará a valorização da categoria, com ganho direto para a eficácia dos serviços que prestam à sociedade.
— O que nos une aqui é a luta pela melhoria das condições salariais para a categoria. Os vigilantes merecem porque dedicam suas vidas para defender nossas vidas e o nosso patrimônio — justificou Paim em entrevista.
O texto sugerido a Paim determina que o piso salarial seja reajustado anualmente conforme índices estabelecidos em acordos ou negociações coletivas de trabalho. Na ausência de negociação, prevalecerá reajuste com base na variação integral do Índice nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou substituto.
Ficha limpa
O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura dos Santos, destacou que o piso nacional é o novo desafio depois da conquista do adicional de 30% de insalubridade, resultado de lei regulamentada esse ano. Ele disse que no país atuam mais de 2,3 milhões de vigilantes, todos obrigados a fazer curso de formação para entrar na atividade e passar por reciclagem a cada dois anos. Caso passem a ter registro na ficha criminal, são automaticamente excluídos da profissão.
— Além do requisito de idoneidade moral, somos bem preparados. Trabalhamos pela defesa da vida e somos merecedores de salário condizente — argumentou.
Os sindicalistas destacaram que os salários variam enormemente de um estado a outro. Em Brasília, por exemplo, um vigilante recebe hoje um valor próximo a R$ 1,9 mil mensais, enquanto em Roraima o ganho cai a R$ 920 por mês. Para Claudio José de Oliveira, do Sindicato de Vigilantes de Niterói e São Gonçalo, não há justificativa para tamanha discrepância considerando que o trabalho e os riscos são iguais.
Suporte legal
O deputado Chico Vigilante (PT), da Câmara do Distrito Federal, contestou a tese de que não há amparo legal para a criação de pisos salariais nacionais. Lembrou que o país adotou, por exemplo, um piso nacional para os professores. Também criticou o argumento de não é possível pagar, para vigilantes, um piso que estados do Nordeste e outras e outras regiões não garantem aos policiais militares.
— Se o policial ganha pouco no Nordeste, cabe a ele lutar para ter salário melhor, e não o vigilante se contentar com o que tem — afirmou.
O presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Pernambuco, José Inácio Cassiano de Souza, observou que havia descrença quanto à aprovação da lei do adicional de periculosidade, e com "força e união" a categoria conseguiu vencer. Ele disse que o mesmo empenho será feito na luta pelo piso.
Para
Jervalino Rodrigues Bisco, que preside o Sindicato dos vigilantes do Distrito Federal, será necessário buscar o apoio de cada senador. Três entre os membros da Casa participaram da audiência e anteciparam seu apoio à causa dos vigilantes. Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), autora do projeto que gerou a lei prevendo pagamento de periculosidade para os vigilantes, estimulou a categoria a se manter mobilizada.
— Se os trabalhadores ficarem sentados em casa, as leis serão para retirar, não para conceder direitos — disse.
Também como forma de estímulo, Fátima Bezerra (PT-RN) lembrou a longa luta pelo piso nacional dos professores. Disse que os vigilantes não podem desistir dessa mesma conquista. José Medeiros (PSD-MT) aproveitou para manifestar preocupação com a categoria dos vigilantes autônomos, que ainda estão foram do “mundo jurídico”, sem lei que regulamente suas atividades.
Estatuto
Durante audiência, outras reivindicações foram apresentadas, entre as quais a aprovação de projeto que cria o Estatuto da Segurança Privada, que ainda tramita na Câmara dos Deputados e, caso vire lei, obrigará as empresas do setor a atuarem com base em planos de segurança. A Câmara vinha também examinando projeto para criar um piso para os vigilantes, mas a matéria não conseguiu suficiente apoio para avançar.
Entre os sindicalistas participantes estiveram ainda o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Transporte de Valores e Tesouraria Bancária e Escolta Armada do Rio Grande do Norte, Marcio Figueredo da Silva; o vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado do Maranhão, Daniel Pavão Rocha; e a secretária geral Sindicato Vigilantes de Alagoas, Mônica Lopes.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Vigilantes poderão ter direito a porte de arma fora do expediente
A Câmara analisa o Projeto de Lei 4340 /08, do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que isenta os vigilantes que comprarem arma para uso particular do pagamento da taxa de porte. A proposta acrescenta a medida ao Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826 /03), que determina que as armas utilizadas por esses profissionais são de propriedade, responsabilidade e guarda das empresas onde trabalham. Atualmente, de acordo com o estatuto, essas armas só podem ser utilizadas em serviço.
A isenção, segundo o projeto, valerá para os vigilantes das empresas de segurança privada e de transporte de valores que comprovarem que já utilizam arma de fogo em serviço.
O estatuto, em sua redação atual, não isenta os vigilantes do pagamento de nenhuma taxa. De acordo com as regras vigentes, são isentos os integrantes das Forças Armadas, das polícias e dos copos de bombeiros militares, entre outras categorias.
Onyx Lorenzoni argumenta que os vigilantes possuem treinamento e, portanto, capacidade para portar arma. "Apesar disso, retornam a seus lares sem o instrumento que lhes garante a segurança necessária", afirma.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Sem seguranças, postos de saúde e creches ficam fechados em Campinas
Empresa Gocil alega que não recebeu pagamentos por serviços prestados.
Prefeitura afirma que rompimento é ilegal que prestadora será punida.
Ao menos sete unidades de saúde e três escolas da rede municipal de Campinas (SP) não abriram nesta quarta-feira (1º) por falta de seguranças e profissionais do setor de limpeza. O contrato foi rompido pela Gocil, que alega falta de pagamentos pela Prefeitura.
A administração rebate dizendo que o rompimento foi ilegal e que vai aplicar uma multa e impedir que a terceirizada participe de novas licitações. A segunda colocada na concorrência será convocada para assumir os serviços.
A Prefeitura admite que tem atrasos com a Gocil e que no dia 1º de abril um novo contrato na questão da segurança foi assinado, mas o mês de maio também não foi pago. Declarou ainda, em nota á imprensa, que o rompimento do contrato só poderia ocorrer,segundo a legislação, 90 dias depois de atrasos pelo Poder Público.
R$ 97,2 milhões
Gocil e Prefeitura têm dois contratos para segurança patrimonial e limpeza das unidades educaionais. Ambos somam R$ 97,2 milhões e as assinaturas ocorreram nos meses de fevereiro e abril deste ano. Destes, R$ 65,4 milhões para o contrato da segurança e R$ 31,8 milhões para limpeza.
Gocil e Prefeitura têm dois contratos para segurança patrimonial e limpeza das unidades educaionais. Ambos somam R$ 97,2 milhões e as assinaturas ocorreram nos meses de fevereiro e abril deste ano. Destes, R$ 65,4 milhões para o contrato da segurança e R$ 31,8 milhões para limpeza.
A prestadora de serviço informou que tentou negociações e que no dia 1º de maio a administração foi alertada sobre o rompimento que ocorreria nesta quarta-feira.
"Eu acho um absurdo isso. Minha neta tem eu para ficar. E as mães que trabalham e não têm onde deixar", reclama a dona de casa Sônia Aparecida Eleutério da Silva.
"Passei em três postos de saúde e todos estão nesta situação", disse o operador de máquinas Alecsandro dos Santos. Ele queria que o bebê fosse vacinado.
Centro de saúde parados
Alguns centros de saúde que não atenderam os pacientes são: Jardim São Cristóvão, União de Bairros, Campo Belo, DIC 3, Maria Adelaide, Santa Lúcia e São José. No Santa Lúcia, além dos pacientes que ficaram sem atendimento, uma creche que funciona ao lado ficou fechada nesta manhã.
Alguns centros de saúde que não atenderam os pacientes são: Jardim São Cristóvão, União de Bairros, Campo Belo, DIC 3, Maria Adelaide, Santa Lúcia e São José. No Santa Lúcia, além dos pacientes que ficaram sem atendimento, uma creche que funciona ao lado ficou fechada nesta manhã.
A Prefeitura pediu apoio da Guarda Municipal e de outros prestadores de serviço para atender unidades afetadas. A administração não soube informar quando os serviços serão retomados. A orientação é que creches e postos de saúde reabram para atendimento aos pacientes e alunos.
Protesto de vigilantes para operação do metrô por cerca de uma hora
Manifestação ocorreu entre as estações de Pirajá e Bom Juá, em Salvador.
Sindvigilantes assumiu autoria do ato, grupo questiona atrasos de salário.
Uma manifestação de vigilantes parou a operação da Linha 1 do metrô de Salvador, entre as estações Bom Juá e Pirajá, por quase uma hora, na manhã desta quinta-feira (2). Segundo informações da CCR, empresa responsável pelo metrô, manifestantes invadiram a via por onde o transporte passa, impedindo o funcionamento do trecho.Ainda de acordo com a CCR, agentes de segurança do Metrô estiveram no local e retiraram os manifestantes pacificamente. Por volta das 10h15m o serviço foi normalizado.
De acordo com o Sindicato dos Vigilantes (Sindvigilantes), o protesto foi para cobrar os salários atrasados de alguns trabalhadores da área contratados por uma empresa terceirizada, mas que prestam serviço à CCR. Eles estão há cerca de dois meses sem receber o pagamento.
Segundo informações do diretor do Sindvigilantes, Sinval Cerqueira, após o protesto, o grupo que participou do ato foi até a sede da Polícia Federal, no bairro de Água de Meninos, para prestar esclarecimentos sobre a manifestação. Ao chegarem na unidade, os vigilantes foram informados de que o registro deveria ser feito na 11ª Delegacia Territorial (DT), no bairro de Tancredo Neves, responsável pela área onde o protesto aconteceu.
"A Polícia Militar nos encaminhou até a Polícia Federal, mas chegando lá fomos orientados a seguir para uma Delegacia Territorial, onde prestamos esclarecimentos sobre a manifestação", explicou Sinval.
Ainda de acordo com Sinval Cerqueira, na sexta-feira (3), o grupo vai tentar uma negociação para o pagamento dos salários atrasados.
Protesto no Campo da Pólvora
Na tarde de quarta-feira (1º), um grupo de vigilantes fez um protesto na estação do metrô do Campo a pólvora, na capital baiana. Segundo a PM e a CCR Metrô, o movimento foi pacífico e não houve interrupção do serviço.
Segundo informações do diretor do Sindvigilantes, Sinval Cerqueira, após o protesto, o grupo que participou do ato foi até a sede da Polícia Federal, no bairro de Água de Meninos, para prestar esclarecimentos sobre a manifestação. Ao chegarem na unidade, os vigilantes foram informados de que o registro deveria ser feito na 11ª Delegacia Territorial (DT), no bairro de Tancredo Neves, responsável pela área onde o protesto aconteceu.
"A Polícia Militar nos encaminhou até a Polícia Federal, mas chegando lá fomos orientados a seguir para uma Delegacia Territorial, onde prestamos esclarecimentos sobre a manifestação", explicou Sinval.
Ainda de acordo com Sinval Cerqueira, na sexta-feira (3), o grupo vai tentar uma negociação para o pagamento dos salários atrasados.
Protesto no Campo da Pólvora
Na tarde de quarta-feira (1º), um grupo de vigilantes fez um protesto na estação do metrô do Campo a pólvora, na capital baiana. Segundo a PM e a CCR Metrô, o movimento foi pacífico e não houve interrupção do serviço.
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