Ação ocorreu na madrugada de sexta para o sábado
Pouco mais de um mês após a fuga de detentos no Complexo do Curado, o local foi alvo de nova explosão na madrugada desta sexta-feira (4) para o sábado (5). A ação ocorreu no muro do Presídio Asp Marcelo Francisco de Araújo (Pamfa), no Complexo do Curado, no bairro do Sancho, no Recife. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Executiva de Ressocialização, a medida foi de fora para dentro do presídio e não houve fuga.
A explosão atingiu casas e o comércio local, além de doze carros de agentes policiais. A ação prejudicou comerciantes, como um vendedor de picolé que teve o material danificado por vidros. Ninguém ficou ferido. O Instituto Criminalística esteve no local para fazer a perícia, e a abertura do muro já está sendo fechada. As visitas deste sábado estão mantidas.
Os secretários de Justiça e Direitos Humanos e Ressocialização, Pedro Eurico e Éden Vespaziano, respectivamente, estiveram no local na manhã deste sábado. De acordo com Vespaziano, a construção de um novo muro no complexo, que dificulte o acesso dos detentos, será a medida de segurança adotada. O prazo é de 120 dias para a licitação da obra.
Morte
A explosão atingiu casas e o comércio local, além de doze carros de agentes policiais. A ação prejudicou comerciantes, como um vendedor de picolé que teve o material danificado por vidros. Ninguém ficou ferido. O Instituto Criminalística esteve no local para fazer a perícia, e a abertura do muro já está sendo fechada. As visitas deste sábado estão mantidas.
Os secretários de Justiça e Direitos Humanos e Ressocialização, Pedro Eurico e Éden Vespaziano, respectivamente, estiveram no local na manhã deste sábado. De acordo com Vespaziano, a construção de um novo muro no complexo, que dificulte o acesso dos detentos, será a medida de segurança adotada. O prazo é de 120 dias para a licitação da obra.
Morte
A madrugada foi conturbada nos presídios de Pernambuco. Além da explosão no Complexo do Curado, um detento morreu na penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá. José Anildo Silvestre da Silva foi agredido por uma faca e morreu em seguida. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicidios e Proteção a Pessoa.
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